I.Art.E

Ideias ... Arte ... Ecumenismo



frases soltas

 

222/09 Prefiro morrer a atraiçoar as minhas convicções. Depende, das convicções que uma pessoa tenha. Teimar no erro, persistir na injustiça, aferrar-se á mentira não são convicções que mereçam a vida de um homem.

223/09 Deus é amor e objecto de amor. Todo o fenómeno do amor cristão consiste nisto. Deste amor duplo, o cristão não deixará mais de falar. Mas o amor divino não é qualquer coisa de Deus, é o próprio Deus, claro.

224/09 Em matéria económica, o respeito da dignidade humana exige a prática da virtude da temperança, para moderar o apego aos bens deste mundo; da virtude da justiça, para acautelar os direitos do próximo e dar-lhe o que lhe é devido; e da solidariedade, segundo a regra de ouro e conforme a liberalidade de cada um.

225/09 Que horror: você ,e os outros homens como você, perpetuam a justiça, a corrupção e a mentira, ao aceitá-las.

226/09 Certamente que a família é a única comunidade em que a pessoa é amada por si mesma, pelo que é e não por aquilo que tem.

227/09 Não há dúvida que a vida é mais decisiva que a morte, mas vivemos como se fosse exactamente o contrário: desaproveitando a vida, porque não pensamos na morte.

228/09 É muito mais difícil renunciar aos deveres do que aos direitos. Os direitos entram na nossa esfera privada. Podemos exercê-los ou não. Os deveres implicam sempre o social. E, em muitos casos, não os cumprir, ou seja, renunciar a eles, seria incompetência, irresponsabilidade, injustiça, cobardia.

229/09 Não se pode instalar a justiça sem uma coordenação correcta da cultura e das estruturas sociais e económicas da sociedade. Estes factores estão mutuamente relacionados e, no seu conjunto, modelam a vida concreta dos povos e dos cidadãos.

230/09 A razão mais alta da dignidade do homem consiste na sua vocação à comunhão com Deus

231/09 Deus corre o risco terrível da nossa liberdade pessoal. Mas, quis deixar-nos o amparo maravilhoso das leis do amor para nos conduzirmos livremente ao Amor.

232/09 A grande infelicidade da modernidade é que não existe nenhum valor, mas simplesmente opções ou opiniões. Donde o dilema é trágico. Ou nos adaptamos ao vazio ou nos integramos no nada.